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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA - Curiosidades (V)

Os deputados que residem num círculo diferente daquele por que foram eleitos recebem ajudas de custo, até dois dias por semana, em deslocações que efectuem ao círculo, em trabalho político. Mas também os que, em missão da AR, viajem para fora de Lisboa. No país têm direito a 67,24 euros diários ou a 162,36 euros por dia se forem em serviço ao estrangeiro.
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

JURAR DE PÉS JUNTOS

«Mãe, eu juro de pés juntos que não fui eu.»

A expressão surgiu a partir das torturas executadas pela Santa Inquisição, nas quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado para dizer nada além da verdade.
Até hoje o termo é usado para expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA - Curiosidades (IV)

Os deputados que residem fora dos concelhos de Lisboa, Oeiras, Cascais, Loures, Sintra, Vila Franca de Xira, Almada, Seixal, Barreiro e Amadora recebem 1/3 das ajudas de custo fixadas para os membros do Governo (67,24 euros) por cada dia de presença em plenário, comissões ou outras reuniões convocadas pelo presidente da Assembleia da República e mais dois dias por semana.
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

ANFITRIÃO

Na mitologia grega, Anfitrião era marido de Alcmena, a mãe de Hércules.
Enquanto Anfitrião estava na guerra de Tebas, Zeus tomou a sua forma para deitar-se com Alcmena, e Hermes tomou a forma de seu escravo, Sósia, para montar guarda no portão.
Com a gravidez de Alcmena, uma grande confusão foi criada, pois evidentemente, Anfitrião duvidou da fidelidade da esposa.
No fim, tudo foi esclarecido por Zeus e Anfitrião ficou contente por ser marido de uma mulher escolhida do Deus.
Daquela noite de amor nasceu o semideus Hércules.
A partir daí, o termo anfitrião passou a ter o sentido de "aquele que recebe em casa".
Portanto, ANFITRIÃO é sinónimo de CORNO MANSO e FELIZ!
RESUMINDO: QUANDO DISSEREM QUE VOCÊ É UM BOM ANFITRIÃO, DESCONFIE.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA - Curiosidades (III)

Os deputados podem transitar livremente pela AR, têm direito a cartão de identificação e passaporte especial.
Os governos civis, se solicitados, devem disponibilizar instalações para que os deputados atendam os media ou cidadãos.
Os deputados têm direito de uso e porte de arma. e podem também usar, a título gratuito, serviços postais, telecomunicações e redes electrónicas.
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quinta-feira, 8 de julho de 2010

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA - Curiosidades (II)

Ao presidente do Conselho de Administração, aos quatro vices-presidentes da Assembleia da República e aos líderes parlamentares é disponibilizado um gabine pessoal, secretário e automóvel com motorista. São dez viaturas de alta cilindrada, dez gabinetes e dez secretários.
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quinta-feira, 1 de julho de 2010

COPA DO MUNDO 2010 - QUEM VAI GANHAR?


Olha só que coisa interessante!!!

O Brasil ganhou a copa do mundo em 1994, antes disso, sua última conquista
do título foi em 1970. Se você somar *1970 + 1994 = 3964*

A Argentina ganhou sua última copa do mundo em 1986, antes disso, só em
1978. Somando *1978 + 1986 = 3964*

Já a Alemanha ganhou a sua última copa em 1990. Antes disso foi em 1974.
Somando *1990 + 1974 = 3964*

Seguindo esta lógica, poder-se-ia ter adivinhado o ganhador da copa do mundo
de 2002, que por esta lógica teria sido o vencedor da copa de 1962!
Conferindo: *3964 -2002 = 1962*
E o ganhador da copa em 1962 foi o Brasil!

Realmente, a numerologia parece funcionar... E quem venceria a copa do mundo
de 2010 na África do Sul?
Resposta: *3964 - 2010 = 1954*

E quem ganhou em 1954?....Alemanha!!!!

VAMOS CONFERIR NO FINAL DA COPA !!!!!
(Fonte: mail C. Teixeira)

quinta-feira, 24 de junho de 2010

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA - Curiosidades (I)

O presidente da Assembleia da República (AR) recebe 80% do ordenado do presidente da República - 5.810 euros. Recebe ainda um abono mensal para despesas de representação no valor de 40% do respectivo vencimento 2950 euros, o que perfaz 8760 euros. Usufrui de residência oficial e de um veículo para uso pessoal conduzido por um motorista.
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quarta-feira, 16 de junho de 2010

BAFANA BAFANA


Muitos portugueses já ouviram ou leram na comunicação social a designação "BAFANA BAFANA", desconhecendo o seu significado.
Eis chegado o momento do Pai do Bicho prestar o devido esclarecimento.
"BAFANA BAFANA" é o nome atribuído à selecção de futebol da África do Sul.
"BAFANA BAFANA" significa "os rapazes os rapazes" no dialecto isizulu.
Esta alcunha provem do grito dos fãs desta selecção por ocasião da vitória da equipa na Taça das Nações Africanas em 1996 (que também se realizou na África do Sul). Desde o fim do apartheid e do isolamento desportivo da África do Sul, os "BAFANA BAFANA" qualificaram-se duas vezes, uma em 1998 e outra em 2002 – para a Copa do Mundo da FIFA.
Este ano participam na mesma competição na qualidade de anfitriões.

domingo, 6 de junho de 2010

BAIRRO ALTO

O Bairro Alto é um dos mais pitorescos bairros de Lisboa, sendo delimitado a oeste pela Rua do Século, a este pela Rua da Misericórdia, a norte pela Rua D. Pedro V e a sul pela Rua do Loreto e Largo do Calhariz.
No séc. XVI, Lisboa expandia-se a todo o vapor atingindo quase 200 mil habitantes. Foi então construído o Bairro Alto, inicialmente conhecido por Vila Nova dos Andrades, em honra dos ricos burgueses galegos que aí se estabeleceram.”. Nessa época foi mesmo considerado o bairro mais rico da cidade.
Durante o séc. XIX e até ao terceiro quartel do séc. XX, o bairro abrigava as sedes dos principais jornais e tipografias do país. Ainda hoje é possível encontrar ecos desse tempo em nomes de ruas como a Rua Diário de Notícias ou a Rua do Século. Este bairro foi um dos mais intelectuais da capital, frequentado e habitado por jornalistas, escritores e estudantes. Era também lugar de tascas de marinheiros, de lugares de má fama e de muita prostituição.
Esta zona típica de Lisboa, de ruas estreitas e empedradas adjacentes às zonas do Carmo e do Chiado, com casas seculares e pequeno comércio tradicional é, há várias dezenas de anos, o local mais conhecido da noite lisboeta, com inúmeros bares e restaurantes a par das casas de fado.Nos últimos 20 anos adquiriu uma vida muito própria e característica, onde se cruzam diferentes gerações na procura de divertimento nocturno. Parte dos prédios foram ou estão a ser recuperados, mantendo-se a traça original dos mesmos, o que veio permitir a instalação de novos e alternativos espaços comerciais, encontrando-se desde lojas multimarca e ateliers a lojas de tatuagens e piercing.
Aos poucos verifica-se também que passou a ser procurado como um lugar para viver, estando a sua população a ser renovada e rejuvenescida.
Como curiosidade, fica aqui o apontamento que o Pai do Bicho encontrou o seu primeiro emprego no ano de 1965, no Bairro Alto, que à época possuía má fama, pela densidade de prostitutas e vilões, que criavam um clima propício à existência de desordem pública.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

VAMOS MATAR O BORREGO


Muitos ouviram já alguém proferir a frase "VAMOS MATAR O BORREGO" como metáfora, sabendo-se que esta expressão revela o desejo de que aconteça algo que há longo tempo não ocorre.
No entanto, poucos conhecerão a origem desta figura de estilo.
O Pai do Bicho já tinha ouvido várias histórias vividas no mundo do futebol sobre este tema e, decidindo investigar o assunto, apurou o seguinte:
O Sporting Clube Olhanense e o Sporting Clube de Portugal iam iniciar a época futebolística de 1974/75, defrontando-se no Algarve, em casa emprestada, no Estádio de S. Luís em Faro.
Até aí, o Olhanense estivera 34 anos sem bater o Sporting. Então, um adepto algarvio prometeu que mataria um borrego caso o seu clube levasse de vencida os lisboetas.
Aconteceu que um remate de longe do argentino Lo Bello selou o único triunfo do Olhanense sobre o Sporting e o homem matou o borrego. Já lá vão 35 anos e os algarvios de Olhão não mais venceram os leões.
Curiosamente, o actual treinador do Sport Lisboa e Benfica, Jorge Jesus, integrava como jogador a equipa que "matou o borrego".
Daí que, ainda hoje, quando uma equipa defronta outra que não vence há longo tempo, os seus elementos vulgarmente exteriorizam a sua ambição ganhadora metaforicamente afirmando aos quatro ventos:
"VAMOS MATAR O BORREGO"

terça-feira, 11 de maio de 2010

A LENDA DA PENINHA

Em complemento da reportagem sobre o passeio realizado no passado domingo na Serra de Sintra, o Pai do Bicho apresenta uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradição oral através dos tempos - "A LENDA DA PENINHA".

«Conta-se que no reinado de D. João III, na terra de Almoínhos-Velhos, havia uma pastora muda que tinha o costume de levar as suas ovelhas a pastar ao cimo da serra.Certo dia, uma das suas ovelhas fugiu, deixando a jovem pastorinha desesperada em busca da tal ovelha.
Após longas buscas observou ao longe uma senhora que trazia consigo a sua ovelha. A pastorinha agradeceu muito da maneira que pode, visto que esta não conseguia falar.
A senhora, aproveitando a ocasião, pediu à pastorinha que lhe desse um pouco de pão. A pastora explicou-lhe, gestualmente, que esse ano tinha sido mau e havia muita fome. A senhora deu-lhe então um conselho:
- Quando chegares a casa chama pela tua mãe e procura pão.
A pastorinha tentou-lhe explicar que isso era impossível, pois para além de ter a certeza de não haver pão em sua casa, ela não podia chamar pela sua mãe, pois era muda. Mas a senhora tanto insistiu que a pastora decidiu fazer o que esta lhe dizia.
Ao chegar a casa chamou por sua mãe e a sua voz fez-se ouvir em toda a sua casa.
Contou a história a sua mãe e apressou-se em procurar o pão. E qual não foi o espanto das duas quando dentro de uma arca encontraram pão que chegou para a aldeia inteira.
No dia seguinte, como prova de agradecimento, toda a aldeia subiu à serra e precisamente no sítio onde a pastorinha tinha encontrado a senhora, estava agora uma gruta com a imagem de Nossa Senhora.
Esse local passou a ser sagrado e mais tarde foi aí construída uma capela, conhecida por capela de Nossa Senhora da Peninha.»

quarta-feira, 28 de abril de 2010

A BRUXA DE ARRUDA

No decurso do passeio pedestre que, no passado 25 de Abril, realizámos em Arruda dos Vinhos, muitos dos caminheiros se interrogaram sobre a existência da Bruxa de Arruda, pois muitos de nós ouvimos falar, desde tenra idade, desta personagem.
Depois de uma conversa que o Pai do Bicho manteve com uma arrudense e após uma superficial pesquisa, é possível complementar a reportagem do passeio, satisfazendo assim a curiosidade de muitos.
Arruda é também conhecida pela terra da bruxa. De facto, estas gerações de mulheres da mesma família, ao longo de várias gerações foram passando o seu secreto saber de mães para filhas. Eram denominadas mulheres de virtude e ainda hoje abundam um pouco por todo o país.
A fama da Bruxa de Arruda foi tão grande, que o Diário de Notícias de 29 de Novembro de 1906 lhe dedicou uma reportagem, onde são abordados alguns dos seus tratamentos e descrita uma consulta. Para proceder ao diagnóstico, a bruxa fazia a leitura do azeite para tratar o mau-olhado ou o quebranto. Os tratamentos consistiam essencialmente em orações e receitas com ervas medicinais.
Esta personalidade deu origem a variadas lendas, sendo famosa a cura da filha de um médico de Setúbal que, trazida à bruxa, foi posta num quarto, sem nada para comer para além de sementes de abóbora, e apenas com um alguidar com leite junto dela. Consta que passados dois dias deitou uma cobra pela boca.
A rapariga estaria provavelmente atacada de lombrigas, que podem chegar a ter trinta centímetros de comprimento, podendo ser confundidas com pequenas cobras, e que, molestadas pelas sementes de abóboras, que hoje sabemos que contêm um poderoso vermicida, e procurando comida, lhe terão subido até à garganta atraídas pelo cheiro do leite.
Aquilo que hoje pode ser explicado como um fenómeno perfeitamente natural foi na altura considerado um verdadeiro prodígio de feitiçaria que tornou famosa a Curandeira.
O Pai do Bicho não acredita em bruxas mas,... "Qui las hay, hay"!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

DIA DAS MENTIRAS


A tradição do Dia das Menti­ras remonta a 1564, ano em que Catarina de Mé­dicis, re­gente da França em nome de Carlos IX, deliberou por decreto a implantação do calendário gregoriano e instituiu que o início do ano seria a 1 de Janeiro.
Naquela época, as notícias demoravam muito para chegar às pessoas, facto que dificultou a simultaneidade da aplicação prática desta mudança no tempo e no espaço.
Mas com tal mudança não se alteraram cer­tos cos­tumes. Assim, tendo-se trans­fe­rido para o 1º de Janeiro o hábito de trocar prendas e votos de Boas Festas, não deixou de se manter idêntico procedimento no dia 1º de Abril.
Algumas pessoas, as mais tradicionais e menos flexíveis, não gostaram da mudança no calendário e continuaram fazer tal comemoração na data antiga. Isso virou motivo de chacota, por parte das pessoas que concordaram com a adopção da nova data, e passaram a fazer brincadeiras com os radicais, enviando-lhes presentes estranhos ou convites de festas que não existiam.
Tais brincadeiras causaram dúvidas sobre a veracidade da data, confundindo as pessoas, surgindo daí o dia 1º de Abril como dia da mentira.
Estes costumes rapidamente se expandiram por toda a Eu­ropa e outras partes do mundo, pois a França era então o modelo cultural de todas as civili­zações ocidentais.
Pregar mentiras em 1 de Abril é uma brincadeira saudável, porém o respeito e o cuidado devem ser lembrados, para que ninguém saia prejudicado. Afinal, a honestidade é a base para qualquer relacionamento humano.
A mentira inspirou Walt Disney para a criação do clássico infantil Pinóquio, dando ênfase à brincadeira, mostrando para a criançada o quanto mentir pode ser prejudicial para a vida das pessoas.
A contribuir também para as expressões correntes de Dia dos Enganos, ou das Menti­ras, está o facto de coincidir com um período habitualmente engana­dor, em que o sol prima­veril faz negaças, escon­dido entre nu­vens inver­nosas. Daí o conhe­cido ditado «Em Abril, águas mil».

(Fontes consultadas: "Malta Miúda", "Equipe Brasil Escola" e "Wikipédia")

quinta-feira, 18 de março de 2010

AVENIDAS NOVAS

Porque é que as avenidas novas foram assim designadas?
Não tem grande saber nem grande mistério. Foi a designação utilizada para o desenvolvimento urbano que fez avançar a cidade para Norte, nos finais do séc. XIX e a primeira metade do século XX. Por contraposição às ruas e vielas estilo bazar de Alfama e zona ribeirinha, datadas da Idade Média, surgem novos bairros, de ruas largas e logradouros ajardinados. Uma curiosidade (mais uma): a Avenida da Republica teve, em tempos, uma das maiores concentrações de edifícios de Arte Nova.”

sábado, 13 de março de 2010

LISBOA - Origem do nome

Conta a lenda que Lisboa teria sido fundada por Ulisses após a guerra de Tróia. Seja mito ou verdade, passou a fazer parte da história de Lisboa. Até Camões fez referência a Ulisses na sua epopeia Os Lusíadas.
Por volta de 1200 a.c., os Fenícios fundaram uma povoação a que deram o nome de Alis Ubbo («enseada amena»).
Olisippo Felicitas Júlia, era o nome da cidade de Lisboa na época dos romanos. No século I antes da nossa era, foi concedido a Olisippo o estatuto de municipium civium romanorum. Os habitantes da cidade passaram a usufruir dos mesmos direitos que os cidadãos de Roma e tinham grande autonomia.
Depois vieram as invasões bárbaras, a partir do século V da nossa era. Alanos, Vândalos, Suevos e os Visigodos. Os Visigodos, já no século VI, alteraram o nome da cidade para Ulixbuna ou Ulixbona. Com a vinda dos árabes, no século VIII, veio também a mudança (mais uma vez) do nome da cidade para Al-Usbuna.
Apesar da pesquisa efectuada pelo Pai do Bicho, não foi possível apurar quando é que Lisboa assumiu o nome actual.
Em frente Al-Usbuna, na margem oposta do Tejo, erguia-se a fortaleza de Al-Madan. Al-Madan, agora mais conhecida por Almada.

sábado, 26 de dezembro de 2009

BOLO REI - Origem

Os romanos costumavam votar com favas, prática introduzida nos banquetes das Saturnais, durante as quais se procedia à eleição do Rei da Festa, também chamado Rei da fava. Diz-se que este costume teve origem num inocente jogo de crianças, muito frequente durante aquelas festas e que consistia em escolher o rei, tirando-o à sorte com favas.
O jogo acabou por ser adaptado pelos adultos, que passaram a utilizar as favas para votar nas assembleias.
Como aquele jogo infantil era característico do mês de Dezembro, a Igreja Católica passou a relacioná-lo com a Natividade e, depois, com a Epifania, ou seja, com os dias 25 de Dezembro e 6 de Janeiro.
A influência da Igreja na Idade Média determinou a criação do Dia de Reis, simbolizado por uma fava introduzida num bolo, cuja receita se desconhece.
De qualquer modo, a festa de Reis começou muito cedo a ser celebrada na corte dos reis de França. O bolo-rei teria surgido no tempo de Luís XIV para as festas do Ano Novo e do dia de Reis. Vários escritores escrevem sobre ele, e Greuze celebrou-o num quadro, exactamente com o nome de Gâteau des Rois.
Com a Revolução Francesa , em 1789, este bolo foi proibido. Só que os confeiteiros tinham ali um bom negócio, e em vez de o eliminarem, passaram a chamar-lhe Gâteau des sans-cullottes.
Em Portugal, depois da proclamação da República, não chegou a ser proibido, mas andou lá perto. A história do bolo-rei é uma história de sucesso, e hoje como ontem as confeitarias e pastelarias não se poupam a esforços na sua promoção.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

ENCONTRO DO EUROTÚNEL


No 1º. de Dezembro do ano passado o Pai do Bicho, lembrou a restauração da independência de Portugal no ano de 1640 (http://paidobicho.blogspot.com/2008/12/restaurao-da-independncia.html). Por isso, não dedica hoje qualquer espaço a este acontecimento histórico.
O Pai do Bicho opta assim por destacar neste dia a efeméride do encontro de dois túneis, 40 metros abaixo do solo do Canal da Mancha, partindo um de França e o outro de Inglaterra, perfazendo a distância de 50,5 kms.
A escavação do túnel demorou sete anos e empregou 15 000 trabalhadores, sendo as operações conduzidas simultâneamente dos dois lados.
O Túnel da Mancha é constituído por 3 túneis paralelos, dois principais ferroviários e um menor, de acesso. Este túnel de acesso, que é servido por veículos pequenos, é ligado aos outros através de passagens transversais em intervalos regulares para permitir que os trabalhadores da manutenção tenham acesso aos túneis principais e para fornecer uma saída de emergência em caso de acidente.
Os passageiros e os veículos automóveis (ligeiros e pesados) são transportados por um serviço de comboios, geridos pela companhia Eurotúnel. O trajecto dura apenas 35 minutos.
É obra!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

"NEM DISSE ÁGUA VAI" - Origem da expressão

Na Lisboa antiga, com esgotos a céu aberto, as pessoas faziam os despejos das águas sujas pela janela e, para salvaguardar a integridade de quem tinha o azar de ir a passar, deveriam gritar previamente, por três vezes: "ÁGUA VAI!"
Muitas pessoas, certamente com maus fígados e a atirar para o badalhoco, nada diziam.
Apesar do Marquês de Pombal ter mandado construir uma rede geral de esgotos, trazendo com isso alguma salubridade à população, a expressão popular "NEM DISSE ÁGUA VAI" ainda hoje se usa quando alguém faz alguma coisa sem avisar, quando era suposto fazê-lo.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

SEQUÊNCIA CURIOSA

Quando hoje os relógios assinalarem 12 horas 34 minutos e 56 segundos acontecerá uma interessante curiosidade.
Acrescentando a data de hoje às horas, minutos e segundos já referidos, assinalaremos o momento "X", ou seja:
12h34m56s de 07-08-09.
Se escrevermos sequencialmente os números cardinais que identificam este momento, dispensando os zeros à esquerda, obteremos o resultado seguinte:
1 2 3 4 5 6 7 8 9
Curiosa sequência, não é?
Acontece que este fenómeno não mais voltará a registar-se nas nossas vidas.