e após um breve "briefing",
fizeram-se ao caminho.
À saída da Matinha Real atravessámos de novo o IC19
e, no Conde Almeida Araújo, fizemos uma breve pausa para "matar o bicho". Este bairro que tinha como finalidade alojar os empregados da família real foi também designado por Bairro do Chinelo, já que a maior parte dos residentes eram artífices e um deles tinha uma oficina de chinelos.
Num espaço contíguo a este bairro existe uma mata designada por Quinta Nova, local onde D. Maria, filha de D. José I foi encarcerada devido ao crime de adultério e à sua comprovada loucura.
Entre o arvoredo, dois enormes tanques merecem especial destaque.
e já na estrada que antecede o Palácio de Queluz
encontrámos um interessante chafariz público.
Passámos junto ao quartel,
percorremos de novo uma parte do parque urbanoAFINAL QUELUZ TAMBÉM TÊM MATAS!... E NATAS!...



A boa disposição era visível no rosto dos caminheiros
e pisos lamacentos,
os caminheiros foram progredindo no terreno até alcançarem um "green" em local aprazível.
Caminhando,
alcançámos as ruínas de um avolumado moinho,
onde "carregámos baterias"
e alguns até escalaram a velha edificação.
e descendo uma ladeira com piso irregular
acompanhadas com vinho de Lamego e licores.