Após alguns dias de chuva intensa o bom tempo decidiu acompanhar os CAMINHEIROS MONTE DA LUA durante a caminhada realizada na manhã do passado domingo. O extraordinário mundo dos cogumelos da Serra de Sintra foi o mote do passeio.
Depois de reunirmos o grupo em Monserrate
trepámos serra acima
visualizámos o Palácio de Monserrate semi escondido entre a floresta.
A longa subida que tínhamos iniciado deu então umas curtas tréguas,
Transposto um dos muitos obstáculos existentes no percurso,
Quando as condições do terreno exigiam lá apareceu uma mão amiga disponível para ajudar.
Depois de tanto trepar alcançámos o Tholos do Monge, onde aproveitámos para aconchegar os estômagos.
Retomada a marcha de regresso cruzámo-nos com várias camisolas coloridas envergadas por grupos de "betetistas" com quem partilhamos os tortuosos caminhos e trilhos serranos.
Já na fase descendente surgiu inesperadamente um susto: a Irene caíra, mas felizmente as suspeitas iniciais de que poderia ter torcido um pé, não se confirmaram.
continuavam a aparecer cogumelos – os corpos frutíferos de fungos, que além desempenharem um papel essencial na manutenção do ecossistema constituem também uma verdadeira iguaria na nossa ementa.
Percorrido mais um viçoso trilho
e um caminho mais amplo
alcançámos mais um dos inúmeros espelhos naturais que a Serra de Sintra encerra.
E pronto! Concluído um rejuvenescedor passeio de 13 kms, celebrámos o aniversário de uma estimada companheira com bola de bacalhau, tarte de mação, vinho espumante e licor.



demos conta da importância que este pulmão da área urbana de Lisboa representa para a qualidade de vida dos lisboetas.
e percorremos de seguida o caminho
e alcançámos o Parque Infantil do Alvito,
onde teve lugar uma curta pausa para a "bica da ordem".
Descendo pelo Bairro do Alvito
composto por um velho e degradado casario,
Neste bairro ainda existe um velho chafariz público a indiciar que, pelo menos durante algum tempo, a água canalizada não chegava às habitações.
No cimo da pedreira pudemos contemplar mais uma vez o imenso espelho de água formado pelo Rio Tejo,
Abandonámos o Casal do Alvito de Cima
e descemos até ao interior da velha pedreira,
que se encontra parcialmente coberta por vegetação.
Um forno de cal desactivado mereceu também particular atenção.
Cerca das 12h30 estava concluída uma caminhada com cerca de 9 kms,
mas o convívio continuou.
Muita alegria!
Embora o Verão de S. Martinho tenha estado ausente, S. Pedro foi colaborante, poupando os caminheiros a uma chuvada colossal (palavra da moda), que acabou por cair após o passeio e cujos efeitos foram significativos.


