domingo, 17 de julho de 2011
NA ROTA DAS PRAIAS DE ERICEIRA-SUL
sexta-feira, 15 de julho de 2011
COMO REAGIR A UM AGUEIRO
Em contacto com a água do mar, poucos se apercebem de um perigo mortal que silenciosamente os espreita. Ele é quase invisível ao olhar, mas está lá à espera da próxima vítima. São os AGUEIROS.Um AGUEIRO pode ceifar uma ou várias vidas em minutos. São conhecidas situações em que morreram quer a vítima quer o seu pretenso salvador, não obstante saberem nadar bem, pois nada puderam fazer contra tais correntes.
Mas afinal o que é um AGUEIRO?
Os AGUEIROS são conhecidos por "Rip Current" ou "corrente submersas de retorno", que variam em tamanho, largura, profundidade, forma, velocidade e potência.
São perigosos fenómenos da costa Atlântica portuguesa que ceifam muitas vidas em cada época balnear e mesmo para além dela. Normalmente, o agueiro poderá levar a pessoa para longe da costa (inevitavelmente para fora de pé) e não para o fundo. Essa corrente de retorno poderá produzir efeitos entre 5 a 50 metros para lá da zona de rebentação. Depois, o AGUEIRO perde intensidade e dissipa-se.

O QUE FAZER SE FOR "APANHADO" POR UMA DESTAS CORRENTES SUBMARINAS?
"A maioria dos banhistas entra em pânico e, em vez de se deixar levar pela corrente, luta contra ela, acabando por perder a força e ser arrastado pelo mar"
NÃO RESISTIR E NÃO ENTRAR EM PÂNICO
Aconselham-se os banhistas a não entrarem em pânico e não resistirem ao AGUEIRO. Deverão tentar nadar em diagonal à direcção da corrente, de forma a serem arrastados lateralmente e não para o interior do mar. Quando se aperceberem que já se encontram fora do raio de acção do AGUEIRO, deverão nadar calmamente em direcção ao areal.
Poderão também tentar boiar à superfície e, sem perder a calma, acenar com os braços a pedir socorro.
Esta informação pode salvar vidas. Não a guarde só para si...
Se vai à praia este ano, consulte mais detalhes sobre este perigo, no site do Instituto de Socorros a Náufragos (aqui).
quarta-feira, 13 de julho de 2011
ASSALTOS A RESIDÊNCIAS
Os assaltantes entram em casa alheia, mesmo com pessoas nos seu interior, sem necessidade de arrombar a porta e sem qualquer dificuldade. É assim:
Derramam água por baixo da porta de entrada. Qual o efeito?
Quem se encontra no interior da residência, ao ver que há água a entrar por baixo da porta, tem o natural impulso de abrir a porta e indagar a sua proveniência.
Abre a porta e o que se passa a seguir é fácil de adivinhar.
É tudo muito fácil e não chama à atenção dos vizinhos.
Para que os residentes não sejam surpreendidos, devem, para além das precauções que habitualmente tomam, adoptar mais um procedimento.
Deve aguardar-se algum tempo, analisar o fluxo de água e antes de abrir a porta, certificar-se devidamente de que no exterior não se encontra alguém, que até pode estar escondido.
Não é só em vivendas, que este estratagema é utilizado, antes pelo contrário; é em prédios que se constata uma maior incidência deste tipo de assaltos.
Segundo a PSP de Algés, este método já funcionou, na Zona de Lisboa, em cerca de 50 casos. Já a PSP das Antas, no Porto, registou 22 casos e a GNR assume 73 situações idênticas nas zonas da Senhora da Hora, S. Mamede Infesta e Rio Tinto/Gondomar.
Os amigos do alheio andam aí. Cautela!