domingo, 20 de fevereiro de 2011
MONSERRATE SOB O SIGNO DA ÁGUA
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
CAMINHADA PAGA PELOS FREGUESES
A Junta de Freguesia de Algueirão - Mem Martins irá promover, pela primeira vez, no próximo domingo, 20-02-2011, uma Caminhada Gerações, onde famílias, amigos ou mesmo pessoas individuais poderão participar.
O Pai do Bicho louva a iniciativa.
A caminhada com 5 kms. de distância, desenrolar-se-à através das ruas do centro de Mem Martins.
O Pai do Bicho consideraria mais interessante se em vez do passeio se realizar na malha urbana, sobejamente conhecida pelos fregueses, se realizasse na área rural da freguesia, menos conhecida e mais arejada.
Todos os caminheiros receberão diversos brindes e as primeiras 3 famílias que cortarem a meta com os 3 elementos (mínimo) em simultâneo, ganhará um troféu da prova.
O Pai do Bicho pensa que um momento de convívio como aquele que se pretende fomentar passa por manter o grupo de caminheiros coeso. A atribuição de troféus aos melhores classificados fracciona o grupo transformando este evento numa competição. Apenas deveriam ser distribuídos brindes de presença.
As inscrições para o I Caminhada 3 Gerações deverão ser acompanhadas da taxa de € 10,00 Família (ex. Avô, Filho e Neto), individual € 5,00 até 11/02/2010 e € 15,00 de 12/02/2010 a 18/02/2010 para Família, € 10,00 para individual.
O Pai do Bicho reconhece que uma organização como esta tem os seus custos e terá de haver alguém a suportá-los. Mas, numa época em que o desemprego, sobrecarga fiscal e aumento do custo de vida flagelam a população, não parece razoável condicionar os participantes ao impopular pagamento de inscrições, limitando assim a participação no evento apenas a quem possa pagar.
O Pai do Bicho espera que a Junta de Freguesia de Algueirão - Mem Martins repita esta iniciativa e se possível a inclua no seu calendário de actividades mensal, corrigindo os aspectos seguintes:
- Maior divulgação do evento através da imprensa local e afixação de cartazes informativos em painéis e estabelecimentos comerciais;
- Selecção de percursos mais diversificada, contemplando a vasta zona rural da freguesia;
- Evite o espírito competitivo e privilegie apenas o bem estar e o convívio dos fregueses;
- Seja a própria junta de freguesia a chamar a si a organização do evento, dispensando o recurso (dispendioso) ao "outsourcing". Desta vez recorre aos serviços da empresa "Xistarca".
- Não cobre inscrições aos participantes, cobrindo os custos de organização através de patrocínios angariados junto do comércio e outras entidades locais.
O Pai do Bicho integra um grupo que organiza semanalmente (manhãs de domingo) passeios pedestres na região saloia, serra de Sintra e zonas limítrofes sem quaisquer custos para a organização e participantes. Por maioria de razões seria expectável que as autarquias prestassem serviços idênticos à comunidade, isentos de quaisquer pagamentos, contribuindo apenas para o bem estar da população, cumprindo assim parte da sua nobre missão.
O Pai do Bicho louva a iniciativa.
A caminhada com 5 kms. de distância, desenrolar-se-à através das ruas do centro de Mem Martins.
O Pai do Bicho consideraria mais interessante se em vez do passeio se realizar na malha urbana, sobejamente conhecida pelos fregueses, se realizasse na área rural da freguesia, menos conhecida e mais arejada.
Todos os caminheiros receberão diversos brindes e as primeiras 3 famílias que cortarem a meta com os 3 elementos (mínimo) em simultâneo, ganhará um troféu da prova.
O Pai do Bicho pensa que um momento de convívio como aquele que se pretende fomentar passa por manter o grupo de caminheiros coeso. A atribuição de troféus aos melhores classificados fracciona o grupo transformando este evento numa competição. Apenas deveriam ser distribuídos brindes de presença.
As inscrições para o I Caminhada 3 Gerações deverão ser acompanhadas da taxa de € 10,00 Família (ex. Avô, Filho e Neto), individual € 5,00 até 11/02/2010 e € 15,00 de 12/02/2010 a 18/02/2010 para Família, € 10,00 para individual.
O Pai do Bicho reconhece que uma organização como esta tem os seus custos e terá de haver alguém a suportá-los. Mas, numa época em que o desemprego, sobrecarga fiscal e aumento do custo de vida flagelam a população, não parece razoável condicionar os participantes ao impopular pagamento de inscrições, limitando assim a participação no evento apenas a quem possa pagar.
O Pai do Bicho espera que a Junta de Freguesia de Algueirão - Mem Martins repita esta iniciativa e se possível a inclua no seu calendário de actividades mensal, corrigindo os aspectos seguintes:
- Maior divulgação do evento através da imprensa local e afixação de cartazes informativos em painéis e estabelecimentos comerciais;
- Selecção de percursos mais diversificada, contemplando a vasta zona rural da freguesia;
- Evite o espírito competitivo e privilegie apenas o bem estar e o convívio dos fregueses;
- Seja a própria junta de freguesia a chamar a si a organização do evento, dispensando o recurso (dispendioso) ao "outsourcing". Desta vez recorre aos serviços da empresa "Xistarca".
- Não cobre inscrições aos participantes, cobrindo os custos de organização através de patrocínios angariados junto do comércio e outras entidades locais.
O Pai do Bicho integra um grupo que organiza semanalmente (manhãs de domingo) passeios pedestres na região saloia, serra de Sintra e zonas limítrofes sem quaisquer custos para a organização e participantes. Por maioria de razões seria expectável que as autarquias prestassem serviços idênticos à comunidade, isentos de quaisquer pagamentos, contribuindo apenas para o bem estar da população, cumprindo assim parte da sua nobre missão.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
DESMISTIFICAÇÃO DE MILAGRE

Num acidente aéreo sobrevive apenas um dos cem passageiros que viajavam num avião. "É um milagre de Deus!", dirão. A verdade é que 99% dos passageiros morreram. Isto não é um milagre, é uma tragédia. E quem acha que foi salvo por milagre na verdade está afirmando que, aos olhos de Deus, apenas ele merecia ser salvo. O facto de alguns passageiros não morrerem tem a mesma transcendência que o facto de alguns ovos não se quebrarem quando uma caixa com uma dúzia cai ao chão.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
ROMAGEM À CHUVA

acabou numa romagem à ermida da Nossa Senhora da Boa Viagem.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
"OK"
A expressão inglesa "OK" (okay), que é mundialmente conhecida pra significar algo que está tudo bem, teve sua origem na Guerra da Secessão, no EUA. Durante a guerra, quando os soldados voltavam para as bases sem nenhuma morte entre a tropa, escreviam numa placa "0 killed" (nenhum morto), expressando a sua satisfação. Daí surgiu o termo "OK".
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
VENDER DÍVIDA É UM EMBUSTE

«ESTADO VENDE DÍVIDA PÚBLICA»
Títulos de notícias como este já entraram no nosso quotidiano.
Os portugueses não ignoram que o Estado tem que recorrer a financiamentos para satisfazer necessidades primárias que a escassez da produtividade económica não permite solucionar.
Cada vez que o Estado obtêm um financiamento saltam rolhas de champanhe a comemorar o sucesso da operação, com a justificação por parte dos governantes que a procura foi três vezes superior à oferta, a taxa de juros foi inferior à esperada, blá, blá, blá... Não é absurdo?
Inevitavelmente o país está a endividar-se cada vez mais e o pior é que se desconhece até quando e qual é o limite do endividamento, para além de ter de pagar elevadíssimos juros pelo serviço da dívida. Resta-nos esperança que um dia tenhamos capacidade para crescer economicamente de forma sustentada para podermos pagar a dívida, com ou sem a intervenção do "cobrador de fraque" (FMI).
Embora o recurso a financiamentos pareça circunstancialmente aceitável, o Pai do Bicho não consegue entender o que é isso de "vender dívida pública". Isto porque só os activos podem ser vendidos enquanto as dívidas são apenas pagáveis. Antigamente dizia-se que o Estado recorria a empréstimos, mas hoje "vende-se dívida pública". Talvez esta designação ajude a aligeirar as preocupações que advêm da situação. Isto é um embuste!
Títulos de notícias como este já entraram no nosso quotidiano.
Os portugueses não ignoram que o Estado tem que recorrer a financiamentos para satisfazer necessidades primárias que a escassez da produtividade económica não permite solucionar.
Cada vez que o Estado obtêm um financiamento saltam rolhas de champanhe a comemorar o sucesso da operação, com a justificação por parte dos governantes que a procura foi três vezes superior à oferta, a taxa de juros foi inferior à esperada, blá, blá, blá... Não é absurdo?
Inevitavelmente o país está a endividar-se cada vez mais e o pior é que se desconhece até quando e qual é o limite do endividamento, para além de ter de pagar elevadíssimos juros pelo serviço da dívida. Resta-nos esperança que um dia tenhamos capacidade para crescer economicamente de forma sustentada para podermos pagar a dívida, com ou sem a intervenção do "cobrador de fraque" (FMI).
Embora o recurso a financiamentos pareça circunstancialmente aceitável, o Pai do Bicho não consegue entender o que é isso de "vender dívida pública". Isto porque só os activos podem ser vendidos enquanto as dívidas são apenas pagáveis. Antigamente dizia-se que o Estado recorria a empréstimos, mas hoje "vende-se dívida pública". Talvez esta designação ajude a aligeirar as preocupações que advêm da situação. Isto é um embuste!
No futuro talvez se afirme que Portugal aumenta o volume das exportações porque exporta dívida cada vez que recorre a financiamentos externos...
Porque razão não chamam "os bois pelos nomes"?
Será que as famílias endividadas que recorrem a financiamentos para resolverem os seus problemas também podem usar a expressão "vender dívida"?
A resposta parece óbvia.
Porque razão não chamam "os bois pelos nomes"?
Será que as famílias endividadas que recorrem a financiamentos para resolverem os seus problemas também podem usar a expressão "vender dívida"?
A resposta parece óbvia.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
DE ASSAFORA A S. JULIÃO
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