FELIZ ANO NOVO!
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
MONSANTO - No limiar de 2009
FELIZ ANO NOVO!
sábado, 26 de dezembro de 2009
BOLO REI - Origem

O jogo acabou por ser adaptado pelos adultos, que passaram a utilizar as favas para votar nas assembleias.
Como aquele jogo infantil era característico do mês de Dezembro, a Igreja Católica passou a relacioná-lo com a Natividade e, depois, com a Epifania, ou seja, com os dias 25 de Dezembro e 6 de Janeiro.
A influência da Igreja na Idade Média determinou a criação do Dia de Reis, simbolizado por uma fava introduzida num bolo, cuja receita se desconhece.
De qualquer modo, a festa de Reis começou muito cedo a ser celebrada na corte dos reis de França. O bolo-rei teria surgido no tempo de Luís XIV para as festas do Ano Novo e do dia de Reis. Vários escritores escrevem sobre ele, e Greuze celebrou-o num quadro, exactamente com o nome de Gâteau des Rois.
Com a Revolução Francesa , em 1789, este bolo foi proibido. Só que os confeiteiros tinham ali um bom negócio, e em vez de o eliminarem, passaram a chamar-lhe Gâteau des sans-cullottes.
Em Portugal, depois da proclamação da República, não chegou a ser proibido, mas andou lá perto. A história do bolo-rei é uma história de sucesso, e hoje como ontem as confeitarias e pastelarias não se poupam a esforços na sua promoção.
Com a Revolução Francesa , em 1789, este bolo foi proibido. Só que os confeiteiros tinham ali um bom negócio, e em vez de o eliminarem, passaram a chamar-lhe Gâteau des sans-cullottes.
Em Portugal, depois da proclamação da República, não chegou a ser proibido, mas andou lá perto. A história do bolo-rei é uma história de sucesso, e hoje como ontem as confeitarias e pastelarias não se poupam a esforços na sua promoção.

domingo, 20 de dezembro de 2009
FRIO EM MONSERRATE
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
CASTELO RODRIGO - Aldeias Históricas (IV)

terça-feira, 15 de dezembro de 2009
NÃO LIXEM A MARGARITIFERA

A barragem de Padroselos, que está a ser construída em Boticas num afluente do rio Tâmega, pode deixar de fazer parte do Plano Nacional de Barragens, que contempla a construção de oito empreendimentos hidroeléctricos.
Isto porque através de um estudo de impacte ambiental foi detectada a existência de uma pequena colónia de mexilhão-de-rio ou margaritifera.
Esta espécie não mede mais que 11 centímetros, não é comestível e encontra-se em vias de extinção. Segundo alguns biólogos, «este tipo de animal faz parte de um ciclo de vida ligado à fauna piscícola, sobretudo às trutas».
Se a obra não continuar será perdido o investimento até agora efectuado no local e não é difícil admitir que a Iberdola não deixará de reclamar as consequentes compensações indemnizatórias por ser impedida de concretizar o projecto.
Será o Ministério do Ambiente a entidade que tomará a decisão final sobre a execução da barragem.
O Pai do Bicho reconhece não possuir conhecimentos técnicos para se poder pronunciar sobre a justeza da decisão que vier a ser tomada, mas não duvida de que a não concretização deste projecto acarretará um elevado prejuízo no erário público, ou seja: aos contribuintes.
É caso para dizer que o adágio popular "quem se lixa é o mexilhão" cai em desuso sendo substituído por outro de cariz mais humano:
"QUEM SE LIXA É O POVO"
Isto porque através de um estudo de impacte ambiental foi detectada a existência de uma pequena colónia de mexilhão-de-rio ou margaritifera.
Esta espécie não mede mais que 11 centímetros, não é comestível e encontra-se em vias de extinção. Segundo alguns biólogos, «este tipo de animal faz parte de um ciclo de vida ligado à fauna piscícola, sobretudo às trutas».
Se a obra não continuar será perdido o investimento até agora efectuado no local e não é difícil admitir que a Iberdola não deixará de reclamar as consequentes compensações indemnizatórias por ser impedida de concretizar o projecto.
Será o Ministério do Ambiente a entidade que tomará a decisão final sobre a execução da barragem.
O Pai do Bicho reconhece não possuir conhecimentos técnicos para se poder pronunciar sobre a justeza da decisão que vier a ser tomada, mas não duvida de que a não concretização deste projecto acarretará um elevado prejuízo no erário público, ou seja: aos contribuintes.
É caso para dizer que o adágio popular "quem se lixa é o mexilhão" cai em desuso sendo substituído por outro de cariz mais humano:
"QUEM SE LIXA É O POVO"
domingo, 13 de dezembro de 2009
PASSEIO AO PICO DO MONGE
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