segunda-feira, 29 de março de 2010
ALHANDRA E SERRA DE Á-DO-FORMOSO
sexta-feira, 26 de março de 2010
PENAMACOR - Aldeias Históricas (VIII)
Entre as várias igrejas existentes em Penamacor é a Igreja da Misericórdia, construída no século XVI, com um belo portal manuelino encimado por esferas armilares, que constitui o principal orgulho da vila.
A Domus Municipalis, tem uma porta de entrada para o cimo de vila, é contígua ao conjunto de muralhas, que se encontram em razoável estado de conservação. Na fachada voltada para as cercanias, podem ver-se duas harmoniosas janelas e entre elas o brasão de armas de Penamacor, com as esferas de D. Manuel I.Encostada à muralha medieval existe uma torre, cuja construção remonta, provavelmente ao início do séc. XIV.
As actuais ameias e campanário são fruto da reconstrução operada em meados do séc. XX para receber o novo relógio carrilhão instalado em 1956, em substituição do velho relógio que já vinha do séc. XIX.
Junto à antiga porta de entrada da Cidadela, do lado exterior à cerca, pode ver-se um pelourinho num espaço que foi inicialmente Praça Pública, onde se efectuavam todo tipo de vendas, sendo mais tarde, convertido em cemitério, que foi extinto em 1857.
A torre de menagem, que foi recuperada e restaurada é tudo o que resta da alcáçova de um dos mais poderosos castelos da Beira.
Nas suas tranquilas ruas podem ver-se casas típicas da região, construídas em pedra.
O artesanato local inclui bordados e rendas pregadas em linho e mantas de trapos tecidas no tear.
Quanto à gastronomia, destacam-se os pratos de caça, como uma deliciosa receita de coelho bravo.


Penamacor é também sede da Reserva Natural da Serra da Malcata, que abriga espécies como o lobo e a lontra numa área selvagem e densamente arborizada de cerca de 20 quilómetros quadrados, mas é sobretudo conhecida por ser um dos últimos refúgios do quase extinto lince ibérico.

segunda-feira, 22 de março de 2010
DESEMPREGO - Para reflectir

Embora o texto abaixo seja já conhecido, o Pai do Bicho decidiu publicá-lo, porque as causas do flagelo do desemprego não podem ser escamoteadas e merecem uma reflexão.
«O António, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.
Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).
Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).
Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.
Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.
Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes.
Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...»
domingo, 21 de março de 2010
A PRIMAVERA COMEÇOU EM BENAVENTE
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