Embora o título sugira que esta situação só ocorra no âmbito da Função Pública, existem exemplos semelhantes noutros sectores. É um fenómeno transversal. Mas agora o "Pai do Bicho" convida-vos a ler a história."Once upon a time", ou melhor, era uma vez quatro funcionários públicos com os seguintes nomes de baptismo:
TODA-A-GENTE, ALGUM, QUALQUER UM e NINGUÉM.
Havia um trabalho importante para efectuar e TODA-A-GENTE tinha a certeza que ALGUÉM o faria, QUALQUER UM podia fazê-lo, mas NINGUÉM o fez.
ALGUÉM zangou-se porque se tratava de um trabalho para TODA-A-GENTE.
TODA-A-GENTE pensou que QUALQUER UM podia fazê-lo, mas NINGUÉM constatou que TODA-A-GENTE não o faria.
No fim, TODA-A-GENTE culpou ALGUÉM, quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito.
Foi assim que apareceu o DEIXA-ANDAR, um 5º. funcionário que daria solução a todos estes problemas.
Com animais desta estirpe, La Fontaine, não escreveria melhor fábula - acrescenta o "Pai do Bicho".
(Editado por J.Brites a partir de e-mail de M.Saruga)
(Editado por J.Brites a partir de e-mail de M.Saruga)
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